19 de março de 2013

O Monge e o Executivo - James C. Hunter


Autor: James C. Hunter
Editora: Sextante
Ano: 2009
Páginas: 128



Sinopse: Você está convidado a juntar-se a um grupo que durante uma semana vai estudar com um dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos. Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro beneditino, é o personagem central desta envolvente história criada por James C. Hunter para ensinar de forma clara e agradável os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes.Se você tem dificuldade em fazer com que sua equipe dê o melhor de si no trabalho e gostaria de se relacionar melhor com sua família e seus amigos, vai encontrar neste livro personagens, idéias e discussões que vão abrir um novo horizonte em sua forma de lidar com os outros. É impossível ler este livro sem sair transformado. 



   O primeiro capítulo do livro é algo fascinante, eu achei que estava diante de uma obra-prima da literatura e que esse livro iria mudar sua vida.

   Pois é, eu só achei mesmo.

   O Monge e o Executivo é um livro muito chato, mas muito chato mesmo. Ele conta a história de um executivo, que passava por problemas de liderança em sua empresa e sua mulher o manda para um retiro onde ele passa uma semana CONVERSANDO com um Monge.

   E fica SÓ NISSO o livro inteiro. É um livro de autoajuda, que não te ajuda em nada. O livro fica o tempo INTEIRO só nas conversas, seja entre o monge e o executivo, ou na sala de aula com os outros. As conversas são ridículas porque são perfeitas. Ninguém conversa como acontece no livro. Parece que os personagens tinham um roteiro na mão e ficavam falando, e falando e falando...
   Esse livro é MUITO famoso, vendeu milhões de cópias e tudo isso se deve ao marketing...

Maldito marketing



   O livro é imbecil, ele abusa desnecessariamente de religião. O TEMPO TODO. O autor se aproveita do conceito autoajuda para se promover em cima de mentes fracas.
   O livro não tem nada de bom? Tem sim... algumas frases são bonitas e só...
   Mas não era necessário colocar religião em cima, não era necessário marketing pra isso.

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